terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Ser e o Nada


O Ser e o nada
Tão diferentemente de Sartre comentarei do meu interior, a essência do Ser e do Nada. É como se de mim, todas as dúvidas penetrassem em minha alma para que eu me perdesse nesse mar de palavras soltas e desconexas. Minha alma porém, sente que na subjetividade com que lido com as palavras, sinto em minha alma na mesma sensação que sentimos o Amor: profundidade. Sou, como falei outrora, uma sombra e essa sombra não é nada comparado ao sentido que tem o amor para mim. O nada tem um poder bem maior que as inumeráveis galáxias existentes num mundo incrédulo. Todavia, é no amor que o SER e o Nada se fundamentam num sentido todo complexo e paradoxal em nossas almas. nos perdemos em pensar que o amor é apenas virtudes. nos perdemos em pensar que o Amor é apenas miséria... O amor, assim como a morte, esconde sua essência dos que não temem nem eu, nem outro. A essência do ser consiste na própria vontade de existir, e a essência do nada, consite na grandeza do que já existe. O amor com que, decididamente falo, é a raiz de todos os malefícios e benefícios. Viver o amor é viver a própria morte que nos aproxima de uma eternal vida, pois quando amamos, estamos matando o destino que aflige muitas alma na solidão doentia, a minha porém, é a solidão prosaica. Eu vivo para viver essa vida, essa senda, esse caminho, esse martírio que amo sentir pois, ironicamente ou não, o sinto por causa do próprio amor e essa preço, eu pagarei até o fim de minha lida, e pra certeza ou não dos que duvidam, eu sei o que é amar na própria etimologia do amor, pois dele, eu conheci o céu e o inferno e eis-me aqui, claro que com cicatrizes profundas, lágrimas que nunca mais deixaram de macular meu rosto, marcas que desenham minhas costas, feridas que ainda doem... Ah o amor, que miséria seria a minha vida sem o senti-lo em mim... Sou um nada do tudo que é o amor e eis aí o fim!



Marzo Deutsch

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